Adquirente, subadquirente e gateway: qual é a diferença entre esses meios de pagamento?

Um dos fatores mais importantes para ter sucesso com vendas na internet é oferecer a melhor experiência de compra possível ao usuário. Para isso, é fundamental conhecer os meios de pagamento disponíveis no mercado.

Diante do crescente número de negócios digitais, surgiram diversos softwares que se dividem entre adquirentes, subadquirentes e gateways de pagamento. E a tendência é que ainda apareceram outros, já que a perspectiva de crescimento do e-commerce brasileiro é de 15% somente em 2017.

Portanto, empreendedores, lojistas e empresários precisam compreender claramente o que é cada um desses termos para fazer a melhor escolha entre tantas opções.

Para te ajudar, elaboramos um post explicando exatamente o que é cada um desses conceitos. Acompanhe!

O que é um meio de pagamento adquirente?

Os adquirentes são aquelas empresas que entregam aos lojistas os valores recebidos por cartões de crédito e débito. Elas se comunicam diretamente com as bandeiras de cartão (como Visa e Mastercard) e com os bancos emissores (como Itaú, Bradesco, HSBC).

Esse tipo de meio de pagamento é realizado por empresas consolidadas e que exercem uma grande influência no mercado.

Geralmente, os adquirentes repassam o valor em até 30 dias ao vendedor, contando a partir do momento da compra. Também há uma taxa por cada transação processada. Caso a venda tenha sido parcelada, o pagamento pode ser realizado de acordo com as parcelas recebidas ou diretamente, dependendo do contrato acertado. 

Importante: um gateway não funciona sem se comunicar com um adquirente.

Exemplos de adquirentes: Rede, Cielo, Stone, Elavon e GetNet.

O que é um meio de pagamento subadquirente?

Os subadquirentes são as instituições que fazem a intermediação de pagamentos entre adquirentes, lojistas e clientes. Eles possuem parcerias com os adquirentes (Rede, Cielo, Stone), o que garante mais opções para oferecer aos usuários.

Esse serviço é focado na segurança dos dados, com proteção contra fraude. Além disso, engloba todas as etapas do processo, incluindo gateways e chargeback.

Geralmente, os custos com subadquirentes são baixos e eles são de fácil integração, o que possibilita a implementação em pequenas e médias empresas.

Exemplos de subadquirentes: PagSeguro, Paypal, Hotmart, Moip, iugu, Monetizze, Boleto Simples e Stripe.

O que é um gateway de pagamento?

O gateway processa o pagamento no momento do checkout, ou seja, é ele quem efetiva a compra. Dessa forma, ele facilita a integração com as lojas com os diversos meios de pagamento disponíveis no mercado e transmite as informações coletadas pelos lojistas, via API.

Dessa forma, o gateway faz as transações realizadas por cartão de crédito, débito em conta corrente, boleto e também com as subadquirentes (iugu, Hotmart, Moip, etc). A cobrança é realizada de acordo com o volume de vendas.

Esse modelo necessita de um investimento mais alto, pois demanda a contratação de serviços antifraude e conciliador de recebíveis. E, se você pretende aceitar vários tipos de bandeiras de cartão, também é preciso contratar vários adquirentes.

Vale ressaltar que um gateway de pagamento não exerce o seu trabalho se não estiver conectado à um adquirente.

Exemplos de gateways de pagamento: Braspag, Pagar.me, MundiPagg, Maxipago! e Adyen.

Com a popularidade da internet, surgiram diversas empresas que vendem seus produtos online. E, para se diferenciar da concorrência, é preciso oferecer serviços de qualidade prezando por meios de pagamento eficientes. 

Se você não focar na boa experiência de compra ao usuário, poderá perder vendas importantes.

Portanto, agora que você aprendeu o que são adquirentes, subadquirentes e gateways de pagamento, que tal descobrir 3 motivos para você começar a utilizar o pagamento recorrente ainda hoje?

About the Author

Gabriel Nascimento - Analista de marketing apaixonado pela produção de conteúdo, engenheiro civil por formação e eterno aprendiz de novos idiomas!

>