7 estratégias para potencializar as conversões do seu e-commerce

Segundo a ABComm, o comércio eletrônico brasileiro deve atingir um faturamento de R$ 79,9 bilhões em 2019 — 16% a mais que o ano passado. Além disso, o ticket médio pode chegar a R$ 301 e o total de pedidos a 265 milhões.

Assim, para acompanhar o ritmo  acelerado do mercado, conquistar clientes e, por consequência, aumentar a taxa de conversão, é essencial traçar um plano estratégico eficaz para o seu negócio. 

Com isso em mente, separamos sete dicas para te auxiliar nessa tarefa. Vamos lá?

Segurança

Sentir-se seguro é primordial para finalizar uma compra online, afinal, ao realizá-la, é preciso compartilhar dados pessoais, como CPF e endereço, e informações de pagamento, como número do cartão e código de segurança. 

Mas o que fazer para transmitir confiança no seu e-commerce?

1. Certificado SSL

Por meio da criptografia. O SSL (Secure Sockets Layer) é uma tecnologia que preserva dados trocados em uma rede. No caso de uma loja virtual, ela é essencial para proteger as informações do cliente no momento do checkout.

Para verificar se o seu domínio possui o certificado SSL, basta observar a barra de navegação: a URL da página deve conter “https://” e um ícone de um cadeado — geralmente na cor verde.

Por se tratar de um fator que contribui diretamente para o ranqueamento de sites nos mecanismos de busca (Google, Bing, Yahoo etc), atualmente, tal criptografia já é oferecida em grande parte das plataformas de e-commerce. 

Mas, caso a sua loja virtual ainda não a tenha, solicite o certificado SSL em empresas especializadas, como o Site Blindado e o GoDaddy.

2. Selos de segurança

Os selos de segurança são atestados — em formato de pequenas imagens no rodapé de um site — que validam a credibilidade do mesmo. Para instalá-los em sua loja virtual, cadastre-se em entidades que disponibilizam tais certificados e submeta sua marca a avaliações.

No Brasil, as blindagens mais conhecidas são as do Site Blindado (citado no tópico anterior), da Ebit e do Reclame Aqui. No primeiro caso, além do certificado SSL, são oferecidos scan de servidor e de aplicação da Web, entre outras possibilidades.

Na Ebit, são feitos testes relacionados à experiência de compra e pesquisas de satisfação e pós-vendas com o público. A partir dos resultados, a classificação pode variar de diamante (excelente) a bronze (boa).

Já no Reclame Aqui, alguns critérios são exigidos, como: número de avaliações igual ou superior a 50, índice de resposta igual ou superior a 90%, média de avaliações igual ou superior a 7, entre outros.

3. Prova social

Prova social é um gatilho mental que tem como principal objetivo gerar o sentimento de segurança no consumidor. Sabe quando você recebe indicação de um hotel para as férias ou encontra comentários positivos sobre ele e sente instantâneo alívio? O mesmo pode ser despertado nos visitantes da sua loja virtual.

Para isso, no pós-vendas, convide os seus clientes a contarem como foi a experiência de compra e se as mercadorias atenderam às expectativas. 

Se eles permitirem (e se os feedbacks forem favoráveis), compartilhe-os nas redes sociais e deixe-os disponíveis na home da sua loja virtual — esse tipo de ação gera uma excelente primeira impressão. Utilizar influencers, nessas horas, é uma boa ideia para alcançar um público maior também. 

Ademais, deixe os comentários das páginas de produtos e das mídias habilitados, assim, todos poderão comentar sobre a sua marca. Caso surja algum retorno negativo, responda-o prontamente e, quando possível, leve o atendimento para um ambiente mais privado, como e-mail, WhatsApp ou mensagens diretas.

Loja virtual

Além do cuidado com a segurança do seu negócio, vender pela internet demanda atenção a características estruturais de uma loja virtual, como layout, imagens e descrição dos produtos, checkout otimizado e etc. 

Para este conteúdo, selecionamos alguns aspectos fundamentais para focar. Acompanhe-os a seguir.

4. Categorias

De nada adianta ter um layout clean e imagens de mercadorias em alta qualidade, se o público não conseguir localizar os produtos que deseja conferir e, muito provavelmente, comprar. Logo, é essencial organizar as categorias da sua loja virtual.

Na home, em destaque, você pode deixar os lançamentos e as promoções. Assim, os visitantes serão capazes de identificar rapidamente as melhores ofertas e engajar com maior facilidade.

Já no menu, organize as categorias e as subcategorias de acordo com o seu nicho e com a hierarquia existente. 

Se você tem um e-commerce de sapatos femininos, por exemplo, divida-os inicialmente em sapatilhas, tênis, rasteiras e botas. Caso eles tenham outras características, como as botas, separe-os pela altura dos canos e pelo tamanho dos saltos (alto, médio e baixo).

Outra ideia, dependendo do segmento da sua marca, é a de dividir os itens de acordo com ocasião. Se você vende vestidos, por exemplo, pode organizá-los em grupos, como: para o dia a dia, para a noite, para festas e casamentos.

Como visto, as possibilidades são diversas! Realize um teste A/B para notar qual versão converte mais e adote-a na sua loja virtual.

5. Experiência mobile

Segundo o NuvemCommerce 2019, as visitas e vendas por smartphones e tablets foram responsáveis, respectivamente, por 66% e 54% do share em 2018. Ademais, o Brasil deve atingir 112 milhões de usuários de dispositivos móveis até 2021. 

Portanto, é fundamental que a sua loja virtual possua uma versão para as telas menores. E-commerces com foco em mobile são, no geral, mais rápidos e leves (no que diz respeito ao carregamento), o que, consequentemente, proporciona uma jornada de compra muito melhor ao usuário.

Além disso, os mecanismos de pesquisa passaram a priorizar, em questões de ranqueamento, as páginas que se dedicam às versões para dispositivos móveis — o que é uma mão na roda para quem deseja ser encontrado com facilidade em buscas orgânicas. 

Incentivos

Por fim, mas não menos importante: é primordial agradar o seu público-alvo, afinal, sem ele não há vendas. Mas será que você tem feito isso corretamente? Quais são as melhores estratégias para conquistar mais consumidores? Será que surpreendê-lo é o caminho certo para a fidelização? 

6. Cupons de desconto 

Cupons de desconto, como o próprio nome indica, são vantagens financeiras oferecidas ao cliente. Quem é que não gosta de pagar menos por algum produto ou serviço, não é mesmo? Geralmente, em negócios online, eles são divulgados por newsletters, pop-ups e/ou redes sociais. 

Tais vales são uma ótima ferramenta para aumentar KPIs de uma loja virtual, como a taxa de conversão e o ticket médio (especialmente quando são válidos apenas para compras acima de determinado valor). 

Os cupons possuem diferentes formatos: além do que foi citado acima, você pode definir descontos por porcentagem ou reais e para a próxima ou primeira compra — tudo dependerá do objetivo que deseja atingir. Se o propósito for o de gerar mais leads, o último exemplo provavelmente é a melhor opção. 

Ademais, é relevante considerar e (deixar claro em detalhes) quais serão as regras dos vales, como: por quanto tempo estarão disponíveis e qual é o limite e a quantidade de usos.

7. Frete gratuito 

Bastante similar a abordagem anterior (muitas vezes até mesmo ofertado em formato de cupom de desconto), o frete gratuito tem como objetivo principal aumentar as vendas.

De acordo com o Moosend, a média de abandono de carrinhos no e-commerce é de 69%, podendo variar tanto para mais, quanto para menos dependendo do segmento. Desse share, os custos do frete são responsáveis por 60% das desistências. Chocante, não?

Por isso, considere essa estratégia para o seu e-commerce. Você pode aproveitá-la em sua estratégia de marketing sazonal, em produtos específicos ou a partir de determinado valor. Contudo, reflita se isso não impactará negativamente o seu fluxo de caixa — aplique-a conforme as suas possibilidades financeiras.

Aliando todas os sete recursos anteriores, você estará pronto para aumentar as conversões do seu e-commerce e fidelizar o seu público-alvo. Mãos à obra agora.

Ah, e se você já colocou em prática ao menos uma das dicas deste artigo, não deixe de nos contar nos comentários, ok?

Este post foi escrito por Raquel Lisboa, editora de conteúdo na Nuvemshop.

About the Author

Gabriel Nascimento - Analista de marketing apaixonado pela produção de conteúdo, engenheiro civil por formação e eterno aprendiz de novos idiomas!

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